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quarta-feira, 18 de maio de 2011

O sexo e um universo paralelo

Antes de criar este blog, confesso que eu tinha um grande pré-conceito em relação às práticas BDSM. Para falar a verdade, eu nem sabia da existência dessa sigla; conhecia apenas o termo sadomasoquismo, e achava muito esquisito que as pessoas gostassem de sofrer e/ou sentir dor enquanto transavam (isso só demonstra a minha falta de informação sobre essas práticas!).


Depois que criei esse blog, passei a conhecer novas faces do mundo do sexo, coisas que eu não sabia que existiam e, muito provavelmente, nunca descobriria sozinha. Comecei a frenquentar vários blogs e por  muitas vezes me deparei com blogs especialmente com a temática BDSM (Bondage, Disciplina, Sadismo e Masoquismo - segundo o Wikipedia, me corrijam de estiver errado). Não virei adepta dessa prática, mas passei a respeitar muito a prática e seus praticantes.


Ontem assisti ao programa "A Liga", da Band, comandado pelo Rafinha Bastos, que teve como tema a busca pelo prazer para manter acesa a chama da paixão em relacionamentos longos. O programa mostrou vários casais em situações diferentes, entre eles um casal adepto da prática BDSM. Eles mostraram ao rapper e repórter Thaíde a vida a dois dentro e fora do clube que frequentam, e eu pude, então, perceber que esse é realmente um mundo paralelo, com suas especificidades, claro, mas muito maior e cheio de cumplicidade do que se possa imaginar.


A parte mais tocante e que me motivou a escrever esse post foi quando, antes de saírem de casa, eles fizeram questão de mostrar ao repórter - e ao mundo - um ritual que praticam sempre antes de irem ao clube: ela se abaixa e beija os pés do Dominador, que a levanta e beija a testa, o nariz e a boca da Submissa, nessa ordem. Ao serem questionados por Thaíde sobre o que sentem quando estão vestidos de Dominador e Submissa, ele responde que sente que ela é a menina dele, enquanto ela diz que, em um mundo que cobra cada vez mais a força das mulheres, ela pode ser frágil e sentir-se protegida pelo seu homem. Ambos ficaram emocionados. Isso me tocou porque, como um tapa na cara, ficou muito claro que, acima de qualquer coisa que aconteça nos encontros BDSM, existe a cumplicidade, o carinho, o amor entre o casal.


Então aqui fica a máxima que rege minha vida: cada um tem o direito de buscar a própria felicidade - desde que não fira o direito à felicidade do próximo. (:


P.s.: escrevi esse post por conta própria, sem pesquisar muito a fundo sobre o assunto. Se eu cometi algum erro que possa ofender aos praticantes, por favor avise-me por email!

Beijos gostosos da Lisa ;*

6 comentários:

  1. Sobre este tema não me pronuncio. Prazer não é sofrer. Talvez por ser um gajo demasiado meigo, não tenho perfil para o BDSM.

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  2. Oi gatinha...
    eu tb tinha muito preconceito antes de entrar na blogosfera...
    Parabéns pra nós que nos despimos...
    Beijos gostosos,
    Myah

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  3. oi linda adorei o post eu nunk tive preconceito mais sou curioso quanto a pratica gostaria de conversa com alguem pessoalmente seila eu sou meiocuriso,... algumas cenas de bdsm me dao muito prazer outras eu fico me perguntano se relamente ela ta gostando disto... mais gostei do post bjos

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  4. opa estou aguardando o rascunho
    bjs
    eros

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  5. CUMPLICIADADE E FELICIDADE......PALAVRAS CHAVES NO SEU TEXTO......

    PARABENS PELAS BELAS PALAVRAS LINDA LISA.....

    VOCE REALMENTE É UMA MULHER DIFERENCIADA.....


    BEIJOS


    BEIJOS


    BEIJOS

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  6. Não sou nada adepto do BDSM. Gosto da partilha, do carinho, da paixão. Mas não tenho nenhum preconceito para quem gosta...

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